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Como cultivar Cannabis em casa.

Pedro Henrique Cavalcante • 30/01/2024

Para plantar Cannabis em casa, tenha em mente que plantas precisam de luz, umidade e ventilação. Além disso, é importante ter em mente que plantar Cannabis no Brasil ainda é ilegal, então o primeiro passo para iniciar seu cultivo seria solicitar à Justiça brasileira um Habeas Corpus (HC), que tornaria o seu cultivo legal.Lembrando que temos o CURSO MASTER GROWER, ensinando a plantar maconha desde a germinação das sementes até a colheita, com as melhores aulas e dicas de especialistas da área.Plantar maconha pode ser uma atividade gratificante, mas também exige muito cuidado e atenção, então se você está interessado em cultivar dentro de casa, aqui estão algumas dicas gerais para começar:1. Germinar as sementes.Primeiramente, verifique que a semente está boa. Para isso, coloque a semente entre os dedos e aperte suavemente. Se a semente continuar intacta, ela está boa, mas se a semente quebrar, ela está ruim, arrume outra.Há várias formas de germinar suas sementes. Temos, inclusive, um vídeo no YouTube ensinando várias formas de apenas Como germinar suas sementes? Só clicar e assistir!2. Escolher sua iluminação.A iluminação é o fator mais importante no Cultivo Indoor. Atualmente, se sabe que as luzes de LED são as mais indicadas para cultivar maconha indoor, isso porque além de ter o melhor custo-benefício, também cumpre melhor que qualquer outra a principal função da luz no cultivo indoor que é simular a luz do Sol, já que o LED entrega o espectro de luz completo e necessário para a planta realizar a fotossíntese.Lembre-se de prestar atenção nas fases da planta:Na etapa vegetativa, ou seja, na vega, são necessárias 18 horas de luz e 6 de escuridão. Já na floração, ou seja, na flora, a planta precisa de 12 horas de luz e 12 de escuridão. Isso é necessário para que a planta cresça como deve pois é exatamente o que vai simular as estações do ano e permitir que você extraia o máximo do potencial daquela planta.Por esses e outros motivos, tenha em mente que a iluminação deverá ser o seu principal investimento e vai fazer total diferença no seu cultivo.3. Identificar se é macho ou fêmea.É importante ficar atento se sua planta vai ser macho ou fêmea, não ser que já esteja cultivando com uma semente feminizada, já que são as fêmeas que dão flores, e os machos servem para fecundar, mas não produzem flores.Felizmente, é fácil diferenciá-las. Por volta da quarta semana de cultivo, observe as seguintes características:Planta Fêmea - Possui “pelinhos brancos” (pistilos) entre os nós, em sua base.Planta Macho - Possui bolinhas em sua base, em vez dos pistilos.4. Manter o clima adequado.Esteja atento aos sinais que a sua planta der, e principalmente às condições climáticas dentro e fora do grow. A fase ideal para a floração, por exemplo, seria no outono/inverno, quando a temperatura está mais amena.Além disso, manter a terra úmida e o Ambiente de Cultivo limpo, ventilado e bem cuidado é de extrema importância para que sua planta se desenvolva corretamente e longe de pragas.Para manter seu grow ventilado você pode usar um exaustor de entrada ou saída, ventiladores, filtros de carvão, ou até mesmo desenvolver um sistema de exaustão para o seu grow, cada método tendo sua vantagem. Escolha o melhor e mais viável para você.5. Cuide da planta.Agora é ter cuidado. Fique de olho nos sinais que sua planta der, regue com frequência e cuidado para não dar água em excesso, mantenha seu solo rico em nutrientes, principalmente Nitrogênio, Potássio e Fósforo, mantenha a temperatura do grow adequada (entre 22ºC e 26ºC), controle a umidade e aplique Técnicas de Podas e Amarras para fortalecer sua planta.6. Colher e Curar.Para saber o momento certo de colher sua planta, fique atento aos tricomas, que ganham uma coloração mais amarelada.Alguns growers que preferem colher quando 80% dos tricomas está em um branco mais leitoso e 20% transparente, e poucos tricomas âmbar (ótimo para fazer aquele hash mais clarinho). Outros preferem colher quando estão 70% em um branco leitoso e 30% na cor âmbar. Cada um pode ter uma preferência, mas o importante é não colher com tricomas imaturos, ou seja, quando estão transparentes.Existe o conceito de que, quando está aquele branco mais leitoso, a brisa é mais psicoativa e que, quando a colheita é realizada mais tardiamente, é uma brisa mais corporal.Se você já identificou que está na hora de colher as flores, agora corte os galhos e coloque para secar (use materiais limpos e esterilizados). A secagem pode ser feita através de redes de secagem ou pendurando os galhos de cabeça para baixo em um varal.O que se deve prestar atenção é deixar suas plantas secarem num local seco e escuro durante 2 a 4 semanas, e, após a secagem, cortar os buds e deixá-los curar num pote hermeticamente fechado, por mais 7 a 20 dias.Cultivar cannabis pode ser um desafio, mas com um pouco de cuidado e atenção, você pode ter sucesso e produzir plantas saudáveis ​​e colheitas abundantes.

Como cultivar sua primeira planta de Cannabis.

Pedro Henrique Cavalcante • 30/01/2024

Cultivar sua primeira planta de Cannabis requer tomar algumas decisões importantes antes de germinar sementes. O primeiro passo, por exemplo, será decidir qual tipo de cultivo você irá optar por fazer: INDOOR ou OUTDOOR (Temos um vídeo na Natural TV ensinando sobre qual a diferença entre o cultivo Indoor e Outdoor da Cannabis, e qual a melhor opção para começar o seu cultivo, com os especialistas Natural Mystic Ganja, Tiago Haze e ShuruGanjah).Você pretende cultivar poucas ou muitas plantas? Dentro ou fora de casa? Que tipo de cepa e equipamentos você irá precisar? Essas e muitas outras dúvidas serão respondidas nesse texto, com objetivo de elevar seus conhecimentos sobre cultivo e te dar mais segurança para lidar com sua primeira plantinha.Quando as pessoas pensam em cultivar sua cannabis pela primeira vez, encontram geralmente muitas formas, guias, técnicas e artigos sobre como conseguir ótimos resultados com o cultivo. Isso não está errado, mas pode acabar confundindo algumas pessoas com muitas informações.Mas vamos ao que interessa, como cultivar sua primeira planta de Cannabis?Conhecendo o Cultivo de CannabisUma coisa importante a se destacar sobre o cultivo de Cannabis, é que nós estamos buscando por flores e tricomas, consequentemente, no caso da maconha, buscamos por plantas fêmeas!Caso você não conheça muito sobre plantas e jardinagem, isso significa que ela é uma planta de ciclo anual, ou seja, ela sabe quando é o momento de crescer ou florir, e faz isso dependendo da época do ano (fotoperíodo – exposição à luz por determinada hora do dia).Mesmo se você optar por cultivar dentro de casa, as horas de luz fornecidas a planta durante o dia serão importantes para determinar em que estágio a planta vai estar, principalmente quando se fala de sementes regulares ou fotoperiódicas, pois essas, diferente das automáticas, só começarão a florescer quando expostas a menos de 12 horas de luz por dia.A escolha do tipo de semente irá influenciar diretamente no seu resultado final, entendendo que sementes automáticas terão um ciclo determinado de vida, enquanto as outras podem ter um período vegetativo estendido (Por que cultivar minha planta de Cannabis?Praticar o autocultivo pode ser uma decisão positiva de várias maneiras diferentes. Dessa forma, você irá saber com exatidão a procedência e maneira como sua maconha foi tratada até o momento do seu uso. Você terá total controle sobre a qualidade do que está utilizando sem pagar um preço exorbitante por isso num mercado perigoso e ilegal.Claro que, falando do Brasil, ainda temos muitos atrasos legislativos que tornam o cultivo de maconha ilegal. Embora ainda seja a saída mais segura para sua saúde e segurança, sabemos a importância do segredo quando o assunto é cultivo de cannabis.Além disso, cultivar qualquer planta que você irá consumir no futuro, é muito recompensador e gratificante. O resultado final não é apenas o produto, é a realização de meses de dedicação, cuidado e trabalho.Possibilidades no cultivoHá muitas possibilidades de cultivo da cannabis, em primeiro momento, vamos focar no espaço no qual ela irá se desenvolver.Para isso você deve optar entre o cultivo indoor, onde você será o responsável por simular todas as condições ambientais para planta, ou pelo cultivo outdoor, onde as plantas estarão expostas ao clima e as condições naturais.Gostou? Acompanhe nosso blog e siga nosso perfil no Instagram @ganza.app para mais conteúdos como esse!

Óleo de Cannabis: Extração, Utilização e Benefícios.

Pedro Henrique Cavalcante • 30/01/2024

O óleo de cannabis é um produto feito a partir de cannabis com alto teor de THC ou CBD. Ele é usado para fins medicinais e recreativos e pode ser feito em casa de maneira relativamente simples. Nos últimos anos, o óleo de cannabis tem se destacado tanto por suas propriedades medicinais quanto pelo seu potencial recreativo. A extração desses óleos permite uma concentração dos canabinoides, proporcionando uma série de benefícios à saúde e ao bem-estar.Métodos de Extração do Óleo de Cannabis:Existem diferentes métodos de extração de óleo de cannabis, cada um com suas vantagens e desvantagens. Alguns dos métodos mais comuns incluem:- Extração com Dióxido de Carbono (CO2): Utiliza pressão e temperaturas extremas para preservar a pureza do óleo.Este método utiliza dióxido de carbono sob altas pressões e baixas temperaturas para extrair os componentes da planta. É um processo complexo, geralmente realizado em laboratórios especializados devido à necessidade de equipamentos específicos.Procedimento: O dióxido de carbono é comprimido até se tornar um líquido supercrítico.Esse líquido é então passado pela planta de cannabis, onde dissolve os canabinoides e outros compostos desejados.Em seguida, o CO2 é evaporado, deixando para trás um óleo concentrado de cannabis.- Extração com Etanol: Método eficiente, porém o álcool pode degradar alguns componentes terapêuticos da planta.O etanol é um solvente amplamente utilizado na extração de óleo de cannabis devido à sua eficácia e segurança. No entanto, é importante controlar cuidadosamente o processo para evitar contaminantes.Procedimento: As flores de cannabis são imersas em etanol, que dissolve os canabinoides e outros compostos desejados.A solução é filtrada para remover impurezas.O etanol é então evaporado, deixando para trás o óleo de cannabis concentrado.- Extração com Azeite de Oliva: Método seguro e acessível, mas o produto final pode ser perecível.Este método é simples e acessível, sendo uma ótima opção para uso doméstico. No entanto, o produto final pode ter uma validade limitada devido à natureza do azeite de oliva.Procedimento:As flores de cannabis são aquecidas em azeite de oliva em baixa temperatura por um período prolongado.Durante o aquecimento, os canabinoides e outros compostos ativos são extraídos e misturados ao azeite.A mistura é então filtrada para remover resíduos vegetais, resultando em um óleo de cannabis pronto para uso.- Extração com Glicerina Vegetal: Oferece uma extração segura e fácil, sendo bastante utilizada em produtos cosméticos e medicamentos.Este método é popular devido à segurança e simplicidade do processo. A glicerina vegetal é um solvente suave que extrai os canabinoides da planta de cannabis.Procedimento:As flores de cannabis são maceradas em glicerina vegetal por um período de tempo determinado.Durante a maceração, os canabinoides são liberados e dissolvidos na glicerina.Após a extração, a solução é filtrada para remover resíduos vegetais, resultando em um óleo de cannabis suave e comestível.Cada método de extração tem suas vantagens e desvantagens, e a escolha do método adequado depende das necessidades e recursos disponíveis de cada indivíduo. No entanto, é fundamental seguir procedimentos cuidadosos para garantir a qualidade e segurança do óleo de cannabis produzido.Utilização:O óleo de cannabis pode ser utilizado de diversas maneiras, dependendo das necessidades do usuário:- Via Tópica: Aplicado diretamente na pele para alívio de dores locais, inflamações e condições dermatológicas.- Ingestão Oral: Adicionado a alimentos e bebidas ou consumido diretamente, proporcionando efeitos terapêuticos e analgésicos.- Vaporização: Aquecido em dispositivos específicos para inalação, permitindo uma absorção rápida e eficaz dos canabinoides.Benefícios:O óleo de Cannabis tem despertado um interesse crescente devido aos seus potenciais benefícios para a saúde e bem-estar. Composto por uma variedade de canabinoides, terpenos e outros compostos ativos, o óleo de cannabis oferece uma gama diversificada de efeitos terapêuticos. Aqui estão alguns dos benefícios e possíveis benefícios associados ao uso deste óleo:Alívio da Dor: Os canabinoides presentes no óleo de cannabis, como o THC e o CBD, demonstraram ter propriedades analgésicas e anti-inflamatórias. Isso pode proporcionar alívio para uma variedade de condições, incluindo dores crônicas, dores musculares, artrite e neuropatia.Redução da Ansiedade e Estresse: Estudos sugerem que o CBD, um dos principais componentes do óleo de cannabis, pode ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse, promovendo uma sensação de relaxamento e calma.Melhoria do Sono: Muitos usuários relatam que o óleo de Cannabis ajuda a melhorar a qualidade do sono, reduzindo a insônia e promovendo um sono mais profundo e reparador.Controle de Convulsões: O CBD tem sido amplamente estudado por seu potencial no controle de convulsões, especialmente em pacientes com epilepsia refratária. Alguns estudos mostraram que o CBD pode reduzir a frequência e a gravidade das convulsões em certos tipos de epilepsia.Suporte ao Sistema Imunológico: Alguns componentes do óleo de Cannabis têm propriedades imunomoduladoras, o que significa que podem ajudar a regular e fortalecer o sistema imunológico, auxiliando na resposta a infecções e doenças.Propriedades Neuroprotetoras: Pesquisas sugerem que os canabinoides podem ter efeitos neuroprotetores, o que pode ser benéfico para condições neurodegenerativas como doença de Alzheimer, Parkinson e esclerose múltipla.Aplicações Tópicas: O óleo de cannabis também pode ser aplicado topicamente para tratar uma variedade de condições de pele, como acne, eczema, psoríase e dermatite. Os compostos presentes no óleo têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que podem ajudar a acalmar e curar a pele.É importante notar que os benefícios do óleo de Cannabis podem variar de pessoa para pessoa e dependem de uma série de fatores, incluindo a composição química do óleo, a dosagem, a forma de administração e a condição de saúde individual. Antes de iniciar o uso do óleo para qualquer finalidade terapêutica, é aconselhável consultar um médico ou profissional de saúde para orientação adequada e monitoramento.Conclusão:Os óleos de cannabis oferecem uma alternativa terapêutica valiosa, permitindo aos usuários explorar as propriedades benéficas da planta sem experimentar efeitos psicoativos significativos. Embora seja essencial escolher a variedade correta e adquirir os equipamentos adequados, a produção de óleo de cannabis, incluindo o THC líquido e o canabidiol, pode ser realizada de forma simples e econômica.Lembre-se que do uso de materiais de alta qualidade, ambientes seguros e armazenamento adequado para garantir uma experiência positiva e segura. Gostou? Nos acompanhe no instagram @ganza.app para mais conteúdos como esse!

História da Cannabis (maconha!).

Pedro Henrique Cavalcante • 30/01/2024

A maconha é uma planta cultivada há milênios, e que se espalhou por todo mundo. Seu potencial medicinal foi reconhecido muito cedo, assim como sua utilidade para fabricação de remédios, cordas, papel e tecido.Por muitos séculos, quase toda a roupa, velas e cordas dos navios e marinheiros eram feitos de cânhamo (planta pertencente à espécie Cannabis sativa), inclusive os dos portugueses que colonizaram o Brasil. Apesar disso, por volta dos anos 20 a 40, a maconha passa a ser demonizada, mas não por uma questão científica, e sim por questões raciais, políticas e econômicas.isso só toma um outro rumo após os anos 60, quando os professores Raphael Mechoulam (Bulgária) e Elisaldo Carlini (Brasil) fazem descobertas científicas sobre substâncias da planta, a partir disso, publicações de artigos e estudos com as palavras-chaves Cannabinoids/Marijuana passam a crescer e aparecer muito mais.Cannabis na HistóriaÉ claro que toda a história da Cannabis, no Brasil e no Mundo, é muito maior e mais profunda do que trazemos por aqui, mas durante todo esse tempo, rolou alguns acontecimentos importantíssimos que nos explicam um pouco sobre a planta e a nossa relação com ela!A Cannabis é uma planta conhecida por ser domesticada pela humanidade há muitos anos (~10.00 A.C), e tanto o seu potencial fitoterápico quanto de matéria prima para produção de diversos produtos, são coisas que chamam atenção em uma planta tão específica e única.Os registros mais antigos sobre o uso de maconha para fins medicinais são atribuídos a farmacopeia chinesa, mais especificamente no livro Pen Tsao (império de Shen-Nung), que indicava o uso do chá feito a partir da maconha, para tratamento de: Gota, reumatismo, malária e memória fraca.Não demorou para que essa cultura se espalhasse pela Ásia, costa oriental da África e Oriente Médio. E sendo descobertos cada vez mais maneiras de utilizar a planta, como rituais religiosos, alívio de estresse e dores.Esse uso se estabeleceu no Oriente Médio por séculos, sendo eficaz para tratamentos de crises epiléticas ainda antes de 1500 (Em Bagdá, com Al-Bradi).Com o passar dos anos, a relação do homem com a Cannabis se tornou cada vez mais íntima, e ela se mostrou versátil para auxiliar a humanidade em diferentes aspectos, podendo servir desde matéria prima para tecidos, fibras e alimento, até como propriedades narcóticas e terapêuticasCannabis no BrasilFolha de Cannabis em frente a bandeira do BrasilA maconha chega ao Brasil através de negros e negras, escravos e escravas africanas, através de sementes escondidas nas roupas, tangas, cabelo das mulheres, bonecas de pano e etc… E passa a ser cultivada inicialmente na Bahia, antes de se espalhar pelo Amazonas e depois por todo o resto do país.Pode se dizer que a relação da Cannabis e o Brasil começou desde a chegada das caravelas portuguesas e segue firme!Na década de 30 a cannabis ainda era citada em catálogos de produtos farmacêutico, mas foi também nessa época que a repressão ao uso cresceu significantemente no país.Muitos são os motivos que levaram a essas intensificações, como por exemplo a conferência de Genebra, que ainda contou com a contribuição do representante brasileiro Dr. Pernambuco associando o uso da maconha tão perigoso quanto ao ópio.Isso serviu de gatilho para que anos depois (anos 60) a ONU determinasse que as drogas são ruins para os humanos, e que deveriam ser tomadas ações organizadas pelo mundo inteiro para reprimir o uso. Sendo assim, os estudantes, médicos e pacientes foram ligeiramente afastados da cannabis medicinal, e o que passa ganhar força é a indústria bélica e a Guerra as Drogas.Avanço CientíficoApesar de toda Guerra as Drogas e crescimento do movimento proibicionista por todo o globo, o Prof Dr. Raphael Mechoulam, na mesma década, consegue isolar o CBD (Canabidiol) e o THC (delta 9-tetrahidrocanabinol), substâncias com altíssimo potencial terapêutico.Posteriormente outras descobertas importantes são feitas em relação ao uso da Cannabis no corpo humano, como por exemplo o Sistema Endocanabinoide.Avanços como o de Mechoulam e posteriormente estudos e descobertas de outros cientistas e professores (como Elisaldo Carlini – UNIFESP), alavancaram estudos e investigações a cerca de como a Cannabis poderia ajudar no tratamento de inúmeras patologias, já que nosso corpo possuí um sistema magnifico de recepção e produção de canabinoides.Cannabis: Corpo Humano e Sistema EndocanabinoideO Sistema Endocanabinoide é composto por receptores (CB1 e CB2), Enzimas e Ligantes endógenos. Esse sistema é responsável por diversas funções no nosso corpo (modulação hormonal, analgesia, apetite, sono, comportamento sexual, funções cognitivas e muitas outras). Esse sistema é capaz tanto de produzir canabinoides, quanto receber e interagir com os fitocanabinoides (canabinoides produzidos pela planta – THC, CBD, CBG…)Hoje já se sabe a real importância do sistema endocanabinoide para o corpo humano, que se dá por fazer parte do metabolismo de inúmeras funções fisiológicas.As substâncias da cannabis se ligam aos receptores presentes nas membranas dos neurônios e produz uma série de efeitos dentro da célula, que levam a modificações bioquímicas importantes e que causam efeitos terapêuticos.Sendo assim, a Cannabis pode ser usada como tratamento de diversas doenças relacionadas ao excesso ou inadequação de sincronização neuronal, morte ou redução da neurogênese, neuroinflamação, redução do estresse oxidativo e a formação de placas amilóides e emaranhados neurofibrilares, além de influenciar em vários outros tratamentos, resultando em uma lista que vem crescendo cada vez mais.A maconha também pode fazer mal e possui grupos de riscos, como Gestantes e lactantes, jovens e crianças. Por isso o uso medicinal deve ser sempre indicado e acompanhado do seu médico de confiança, e o uso adulto deve ser responsável (e regulamentado, se o governo deixar rs…).Ao mesmo tempo que pode ser antidepressivo em doses baixas, o uso da cannabis também pode ter um efeito depressivo com alta dosagem, por isso é importante se atentar ao objetivo, contexto e quantidade de substâncias ao fazer o uso. Mas fique tranquilo, os riscos que essa planta oferece são inofensivos se comparada com outras drogas legais e ilegais que circulam o mundo.Os cannabinoides reunidos tem propriedades terapêuticas muito mais interessantes do que isolados, mas além deles, existem outras substâncias como os terpenos, que também possui muitos efeitos terapêuticos aumentando, diminuindo ou modulando os efeitos dos cannabinoides, ou seja, pode ser muito importante para o funcionamento de 1 canabinoide, que ele esteja relacionado com os outros, e não isolado (o que chamamos de efeito comitiva)ProibiçãoA proibição da maconha e dos psicodélicos clássicos representa um comércio ilegal quase livre, sem controle e nem proteção à sociedade. A proibição nunca impediu o uso e comércio, mas sim favoreceu o tráfico, indústrias bélicas e o crescimento da tão falada Guerra as Drogas.Estas substâncias precisam ser legalizadas e regulamentadas para proteger os grupos de risco, respeitar os usuários e tirar mais proveito do uso medicinal delas, além de reduzir os danos de quem as consome sem ao menos saber da procedência ou qualidade daquele produto.A proibição é fruto de uma guerra contra culturas, raças e de um jogo econômico e político, e que além de preconceituoso, compromete as 3 dimensões do uso: A substância, o corpo e a sociedade.Gostou do texto? Acompanhe nosso blog e nos siga no instagram @ganza.app para mais conteúdos como esse!

Últimos Envios

Como montar sua Ganzá Modus!

Pedro Henrique Cavalcante • 19/02/2024

Manual de Montagem da Nova Ganzá Modus:Lâmpada LED para Cultivo Indoor de CannabisEste manual fornece instruções para a montagem da Nova Ganzá Modus, uma lâmpada de LED inovadora para cultivo indoor de cannabis. Certifique-se de seguir cada passo com atenção para uma montagem correta e segura.Importante: Disponibilizamos um vídeo ilustrativo que demonstra o processo passo a passo.Assista ao vídeo antes de começar a montagem para garantir uma compreensão clara das etapas.Passo 1: Fixação dos Painéis nas Barras- Fixe os painéis na barra utilizando as porcas de engate rápido.- Observação: Gire o painel no sentido horário para fixar na barra e no sentido anti-horário para soltar. O parafuso de fixação no centro do painel permite ajustes para mover o painel ao longo da barra.Passo 2: Conexão das Barras na Ganzá Modus- Após confirmar que os painéis estão devidamente fixados nas barras, conecte as barras na Ganzá Modus utilizando os parafusos conforme demonstrado no vídeo.Passo 3: Conexão do Painel ao Drive- Plugue o conector macho do painel no soquete fêmea do drive.Passo 4: Conexão do Cabo Bipolar- Conecte o cabo bipolar na parte superior driver e, depois, na lateral da Ganzá Modus.- Observação: Utilize o porta-cabos que vem conectado na lateral da barra para acomodar o excesso de cabo bipolar e evitar fios soltos.Passo 5: Conexão do Cabo Tripolar- Conecte o cabo tripolar à parte traseira da lâmpada.Passo 6: Instalação do Suporte do Hanger- Conecte os suportes do hanger nas alças localizadas nas extremidades de cada barra.Passo 7: Fixação do Hanger no Grow- Fixe o hanger no suporte para suspender a sua lâmpada e fixá-la no grow.E parabéns! Sua Nova Ganzá Modus está montada e pronta para uso.Para informações adicionais sobre o funcionamento do produto, entrar em contato com o nosso atendimento ao cliente através do email:[email protected] 

Cannabis com folhas amarelas | Causas e Soluções.

Pedro Henrique Cavalcante • 31/01/2024

As folhas amarelas na Cannabis podem aparecer por diversos motivos diferentes, sendo sinal de vários problemas, como pragas, excesso de água, doenças, falta de nutrientes ou até mesmo má iluminação. Neste texto vamos explicar como identificar a razão desse problema na sua planta, e como lidar com elas do jeito certo para maximizar o seu cultivo. Lembrando que as folhas das suas plantas são essenciais para a fotossíntese, então remover todas as folhas amarelas NÃO é a cirurgia recomendada. As folhas amarelas são uma forma da planta nos avisar que tem algo de errado, e primeiro passo é o diagnóstico, descobrir a causa e, aí sim, lidar com o problema do jeito certo. Dito isso, aqui vão algumas possíveis razões para as folhas amareladas, e suas respectivas soluções.FALTA OU EXCESSO DE ÁGUAApesar de ser bem mais comum o cultivador cometer o erro ao regar demais do que o contrário, os sintomas são muito parecidos. Costumamos, principalmente em plantas mais jovens, dar às plantas mais água que o necessário. De qualquer jeito, em ambos os casos, tens que aprender a dar a quantidade certa de água para a sua planta.Sintomas:Se você estiver dando água demais para a sua planta, as folhas da planta estarão, além de amarelas, as folhas ficarão inchadas e caídas, devido ao excesso de água no seu interior, como na foto abaixo:A falta de rega, por outro lado, é mais difícil de ser detectada, já que facilmente pode ser confundida com falta de nutrientes. Caso queira ter certeza, pode comprar um medidor de umidade para examinar com mais cuidado.Solução: Tenha certeza que suas plantas estão em vasos de tamanho adequado, além de observar atentamente o comportamento da planta após a rega: se elas perderem firmeza, é porque está com água demais.Cultivar com um substrato de qualidade também faz toda a diferença para resolver seus problemas de rega.PRAGASAs pragas mais comuns que podem afetar a Cannabis são insetos, ácaros, fungos e vírus. É importante salientar que, dependendo do que está atacando sua planta, a solução pode ser realmente muito trabalhosa, ou até mesmo pode não ter solução, então o melhor, de fato, a se fazer, é tomar todas as precauções possíveis. Sintomas:Se você notar que as folhas estão enrugadas e com casquinhas pretas ou manchas brancas, é sinal de que a planta está sendo atacada.Solução:A principal forma de solucionar esse problema, na verdade, é o evitando. A Prevenção é o mais importante. Dependendo do que atacou sua planta, os efeitos podem ser irreversíveis e, além disso, contagiosos para outras plantas. Manter seu grow limpo e higienizado, remover galhos ou folhas mortas e desinfetar os materiais usados no cultivo são algumas práticas que ajudam a manter as pragas longe da sua planta.Nível de pH desequilibradoSendo muitas vezes confundido como deficiência de nitrogênio ou ferro, o nível de pH incorreto provavelmente é a razão mais comum para as folhas amarelas na Cannabis. Cultivadores que não cuidam dos níveis de pH no seu cultivo correm frequentemente o risco de encontrar carências nutricionais na sua planta.Sintomas:Os sintomas mais comuns para um nível de PH descompensado bordas das folhas queimadas e manchas de folhas amarelas ou castanhas, como na foto abaixo:Solução:Use um medidor de pH para saber o nível de acidez ou alcalinidade do solo. Ou invista em fertilizantes com soluções de pH perfeitas, usando-as com moderação já que tais soluções vêm concentrados.Escassez de nutrientesA deficiência de nutrientes fará as folhas ficarem  amarelas e murchas, assim como a falta de água. Tal deficiência pode ser de qualquer nutriente que a planta necessite, mas Nitrogênio e ferro são as deficiências mais comuns que causam folhas amareladas.Solução:Fertilizantes ou soluções nutritivas com alto teor do nutriente que estiver em falta. Tome cuidado pois o excesso de fertilizantes também pode causar o amarelamento de folhas, então aumente cuidadosamente a quantidade que está a alimentar até que os sintomas se dissipem.

Podas e amarras: Técnicas e importância.

Pedro Henrique Cavalcante • 31/01/2024

Por vários motivos, nós sempre recomendamos que você busque por um cultivo de poucas plantas, alto rendimento! Essa escolha pode ser benéfica de várias formas diferentes, principalmente para quem está iniciando.Em primeiro lugar, segurança! Poucas plantas vão chamar menos atenção e produzir menos odor. O que pode ser ótimo dependendo do tipo de cultivo que você optou.Um outro ponto, é que com menos plantas, você consegue focar seus esforços para mantê-las saudáveis e também manter um bom ambiente para o cultivo.Com o uso correto de técnicas de LST ou de podas e treinamentos de alto estresse, somado a uma boa alimentação e iluminação, uma única planta pode ter um rendimento incrível se comparado a mais plantas expostas há um ambiente não adequado.Técnicas de estresseA Cannabis é bastante conhecida também por ser uma planta muito resistente. Tanto a condições climáticas, quanto a treinos de estresses, sejam eles muito ou pouco agressivos. Pensando por esse lado, a prática de treinos podem estimular a produção e distribuição de hormônios e nutrientes por toda planta.Existem diversas formas de treino e manejo com a planta, inclusive, até os que incluem frequência de rega e estresses de iluminação, mas de primeiro momento, vamos focar no manejo das plantas, e esses devem ser feitos principalmente no período vegetativo!A cannabis, apesar de muito resistente, para não morrer, pode passar a desenvolver órgãos sexuais masculinos (sacos de pólen), com objetivo de perpetuar a espécie, mas isso não será interessante para você em termos de produção. Por isso, é importante entender os tipos de treinos e quando coloca-los em prática.Se você quiser saber mais sobre técnicas de Podas e Amarras clique aqui!

VPD: O que é?

Pedro Henrique Cavalcante • 31/01/2024

Ao pesquisar sobre Cultivo Indoor, é normal encontrarmos termos que – em um primeiro momento – podem nos parecer estranhos e um tanto quanto difíceis de compreender, como por exemplo o "VPD". Um conceito que você precisa saber o que é e como influencia no cultivo.Muitas pessoas começam esse processo de cultivo no escuro: Sem entender muito bem o que acontece, porque acontece e – principalmente – sem saber como agir ao perceber que algo não está saindo como fora previamente planejado. Os conceitos relacionados à umidade presente no ar fazem diferença quando o assunto em pauta é o crescimento saudável da sua planta, já que um desequilíbrio no ambiente pode trazer prejuízos significativos à sua colheita. Sendo assim, você precisa saber com clareza a importância e significado de termos como “Umidade Relativa” e “VPD”.Para facilitar a sua vida e descomplicar esses conceitos, preparamos esse artigo super especial com tudo que você precisa saber sobre umidade antes de se aventurar no mundo do cultivo.1. UMIDADE No dicionário, umidade é explicada como “quantidade de vapor de água na atmosfera, determinada por uma dada medida”. Na prática, isso significa que – quando em formato de vapor – a água é capaz de ficar retida no ar. Por isso, é correto dizer que umidade se refere à quantidade de água presente no ar no momento em que foi feita a medição. Dependendo das condições climáticas de cada local – ou da época do ano – essa quantidade pode acabar variando. Dessa forma, em um dia de temperaturas muito altas, é comum que a umidade retida no ar seja maior quando em comparação com dias de clima mais ameno. O que já nos abre parâmetros para entender que, em um cultivo feito em regiões quentes, os cuidados com a umidade serão diferentes daqueles propostos para cultivos em regiões frias.2. UMIDADE RELATIVA DO AR (UR)Se já entendemos que os cuidados com umidade podem variar de acordo com a região e época do ano, agora é hora de compreender o que – de fato – é preciso medir quando percebemos mudanças de temperatura no ambiente: a umidade relativa do ar.É esse o nome dado para o percentual de vapor de água presente no ar quando comparado ao potencial de vapor de água total que o ar poderia estar retendo sob certa temperatura. Por isso, quando se ouve dizer que a umidade relativa está em torno de 40%, isso significa que – naquela temperatura – o ar está retendo 40% do potencial de vapor de água possível.No Cultivo Indoor, esse conceito faz sentido quando pensamos na transpiração da planta. De maneira geral, os estômatos – aberturas presentes na estrutura vegetal, responsável pela troca gasosa da planta com o ambiente – são os responsáveis por esse processo. No entanto, como via de regra, quanto mais seco o ar, mais “suor” a planta vai acabar liberando (vice-versa) e esse ambiente desequilibrado pode – a longo prazo – não ser benéfico ao seu cultivo.3. PRESSÃO Quando a Umidade Relativa está muito alta, as folhas passam a ter dificuldades para manter o processo de transpiração dentro da normalidade desejada, tendo em vista que toda a água presente na atmosfera exerce uma pressão “invisível” sobre a folha que – por sua vez –  não consegue ter força suficiente para liberar a água que armazena dentro de si. Em contrapartida, quando a umidade relativa do ar no ambiente está baixa, essa pressão se torna consideravelmente menor, fazendo com que a planta consiga transpirar sem maiores dificuldades. Fato que – não necessariamente – será benéfico a planta, já que esse processo de liberação de água pode se exceder.4. DÉFICIT DE PRESSÃO DE VAPOR (VPD)Com os conceitos de UR e Pressão em mente, podemos finalmente aplicar o VPD como aperfeiçoamento no manejo com as plantas. Aqui, será medido a diferença entre a pressão teórica exercida pelo vapor da água presente em ar saturado – 100% de UR sob determinada temperatura – em relação à pressão de vapor que, de fato, está presente no ambiente. De maneira mais simples: o Déficit de Pressão de Vapor – no ponto de vista da planta – é a diferença entre pressão do ambiente externo com a pressão presente dentro da folha da estrutura vegetal. Na prática, a água retida dentro da folha e a mistura de água e ar liberada pelos estômatos é (com frequência) completamente saturada (= 100% UR). Portanto, se o ar fora da estrutura vegetal for menor que 100% de UR, é possível que o vapor de água entre no ar, já que gases e líquidos comumente gostam de migrar de ambientes com concentrações maiores – as folhas – para áreas com contrações menores – o ar. Tenha em mente que, quanto maior o VPD, maior as chances do ar sugar a umidade de sua planta.Medido em kilopascal (kPa), os valores de VPD sempre serão contrários aos valores de UR. Por isso, sempre que a umidade relativa do ar estiver alta, o Déficit de Pressão de Vapor apresentará valores baixos. 5. CONTROLE DE UMIDADE DENTRO DO GROWCompreendemos que a UR precisa estar em condições favoráveis (com índices nem muito baixos, tão pouco muito altos) para que a pressão dentro do ambiente permaneça adequada, a fim de que as plantas mantenham seu processo de transpiração regulado – tendo em vista que 90% da água captada é eliminada através do “suor”, enquanto os 10% restante são responsáveis pela ajuda no crescimento. Com ajuda do VPD isso se torna palpável.A única questão que pode vir a “atrapalhar” a determinar o déficit com precisão é a dificuldade em medir a temperatura real presente na folha da estrutura vegetal.Como solução, é aconselhável colocar os sensores na altura da copa das plantas (e vale lembrar que o Ganzá é um grande aliado nessa jornada! Monitorando e notificando os parâmetros).Na tabela acima, podemos observar que para uma temperatura de 27 °C (81 °F) deve-se manter uma UR de aproximadamente 75%. Em dias mais quentes – 28 a 32 °C – uma temperatura de 80% seria o ideal. Porém, é sabido que ambientes com umidade relativa muito alta, as chances de desenvolvimento de doenças fúngicas é maior, já nas áreas onde esse índice é baixo, há maiores chances de estresse da planta.Por essa razão, cultivadores costumam manter a UR entre 60% a 70%, controlando sempre a temperatura do local.Agora já sabe, tenha sempre essa tabelinha por perto para garantir que o VPD do seu cultivo esteja sempre dentro da faixa laranja (ideal) ou no máximo na branca (aceitável) para garantir um crescimento saudável para suas plantinhas.Definindo a quantidadeO número de plantas dentro do grow pode afetar diretamente em como elas irão dividir o ambiente. É importante lembrar que quanto menos plantas, melhor você consegue assegurar as condições perfeitas para elas. Por isso pode ser interessante buscar por técnicas de manter poucas plantas com um alto rendimento!Se você gostou e quer continuar se informando sobre o cultivo de Cannabis, leia esse texto sobre Técnicas de Podas e Amarras que vão elevar o seu cultivo!

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